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emot.medium.com Recentemente despedi-me do jornalismo com estes dois textos: a minha saga pelo mundo do cinema reportar, esmiuçar, criar memória Dar dinheiro a todos resulta? “Não chega para mudar a sociedade. O ser humano não é simples”30/4/2020
Acompanhe-nos numa viagem com a investigadora finlandesa Minna Ylikännö pelo bom, o mau e o incerto do rendimento básico incondicional (que ela testou na Finlândia), os efeitos da pandemia no conflito geracional que estamos a viver e em como a crise atual pode ser uma oportunidade e quebrar fronteiras. João Tomé, Dinheiro Vivo (DN/JN) — Publicado em abril de 2020 É a investigadora chefe do instituto da Segurança Social da Finlândia, Kela, chama-se Minna Ylikännö e, um ano depois do estudo finlandês que colocou duas mil pessoas a ‘viver’ um teste ao Rendimento Básico Incondicional ter chegado, na parte prática, ao fim continua a estudar o que se passou: um projeto-piloto de dois anos pagou a 2 mil desempregados um rendimento mensal de 560 euros, sem condições e que, apesar dos desejos dos investigadores, não se prolongou. “Neste momento temos quatro pessoas que continuam a investigar os dados que recolhemos e dados finais só em maio”, explica-nos naquele que foi um pedido do governo para que tudo, planeamento, implementação e resultados fossem feitos em quatro anos. E foi um sucesso ou insucesso? “Isso é mais uma visão política ou dos media. É uma questão muito peculiar, numa semana mostrámos resultados pouco positivos na obtenção de emprego para o grupo que beneficiou do rendimento mensal sem condições e isso tornou-se notícia por todo o mundo, como um insucesso; na semana seguinte mostrámos resultados positivos de bem estar e saúde nos participantes e a experiência já era um sucesso enorme nas notícias”. Para os investigadores foi “uma experiência bem sucedida”, admite a investigadora numa conversa entre Lisboa e Espoo por videoconferência. Isto porque conseguiram fazer tudo com base numa lei nacional, mesmo que “não tenha sido a melhor experiência do mundo”. “É motivador ver o tema a ser discutido na sociedade, mas o estudo quer ajudar a reformar a segurança social finlandesa nos próximos anos porque sabemos que o sistema atual não funciona porque há grupos da população que não estão a ter o apoio que precisam”. Numa altura em que os defensores do conceito de Rendimento Básico Incondicional olham para a crise pandémica (e consequente crise económica e transformação social) “como uma prova que esse é o caminho”, Minna admite que é da opinião que: “não é assim tão fácil na sociedade atual”. Não nos podemos esquecer que o rendimento não é tudo, na verdade só dar dinheiro às pessoas é algo muito capitalista, mas as pessoas precisam mais do que dinheiro já que ter todos os serviços necessários gratuitos faz a diferença. Sim, dar dinheiro às pessoas dá-lhe liberdade de comprarem o que quiserem, isto partindo do princípio que irão tomar as melhores decisões, o que nem sempre é verdade. “Daí que a assistência social a todos proporcionando alojamento, alimentação, roupa, ensino e saúde, por exemplo, seja também um bom princípio.” Os sistemas de assistência social finlandeses (e nórdicos) começaram a expandir-se nos anos 1960 e 1970 e tiveram o seu auge nos anos 1980, explica-nos Minna, quando se davam serviços e dinheiro à pessoas. “Quem quisesse, não precisava de um emprego”. Na verdade, a Finlândia tinha nessa altura a assistência social aos seus cidadãos mais avançada do mundo, garantindo condições de vida decentes para todos os finlandeses - o que incluía dinheiro, aconselhamento familiar, alojamento para quem precisasse e cuidadores em casa ou instituições para quem precisa de apoio (os mais velhos, toxicodependentes ou doentes mentais). “Gostávamos o sistema, mas o dinheiro acabou nos anos 1990 e tudo explodiu pelas circunstâncias”, no entanto, mantiveram “muitos serviços públicos gratuitos”. E como vê a investigadora os tempos que vivemos em que países como Austrália, EUA, Alemanha e companhia estão a dar dinheiro aos cidadãos (de forma temporária)? “Temos discutido isso também na Finlândia, se devemos dar dinheiro de forma incondicional a certos grupos de pessoas - depois se já têm emprego e posses pagam mais impostos sobre esse valor - mas deve haver burocracia, ou melhor, análise a cada um”. A Alemanha, que viu há uns meses um tribunal admitir que o trabalhador desempregado não tem a obrigação de procurar ou aceitar um emprego, traça já algumas bases. O lado positivo do UBI, admite, é dar-nos a possibilidade de sermos totalmente livres, “mas nem sempre sabemos o que é melhor para nós daí que só dar dinheiro não chegue”. É legítimo e ético que as pessoas sintam a liberdade de dizer se um emprego é o melhor para ela ou não, daí que Minna veja o UBI, num nível filosófico, positivo, com o governo a servir os cidadãos, mas o que vemos hoje é o contrário, o governo decide o que os cidadãos fazem. Mais do que um emprego, um propósito: um conflito geracional Algo que está subjacente a alguma críticas face ao UBI, além da questão económica é a promoção da preguiça. Minna admite que a sociedade atual é centrada num emprego, mas mais do que isso “o ser humano precisa é de um propósito”. “Tenho estudado os desempregados e a palavra chave é motivação. As pessoas têm uma ideia de como querem viver a sua vida, se suprimirmos isso e lhes dissermos que sabemos o que é melhor para não a estamos a ajudar, o ideal é mesmo motivá-las de forma criativa, encontrando ocupações e não necessariamente um emprego”. Já sobre o facto de até publicações económicas como o Financial Times deixarem recentemente avisos sobre a necessidade de um novo contrato social, mais solidário, Minna concorda. “A sociedade atual não dá às pessoas o espaço suficiente, ou a liberdade, se quiserem, de definir quais são as suas próprias motivação, apressa-as para arranjar qualquer coisa que pague as contas”. E a investigadora admite que vivemos em pleno conflito geracional. “A forma como a minha filha de 13 anos vê o mundo e o que quer ser como adulta é totalmente diferente das gerações anteriores”. A visão antiga é a vigente, admite. “Quem governa os países são os homens de gerações mais velhas e o seu estilo é manter o regime vigente e perpetuar o seu poder, numa visão muito estática de um mundo que está a mudar na sua base”. Mesmo admitindo que a jovem primeira-ministra finlandesa, Sanna Marin, é uma lufada de ar fresco, a tendência ainda é outra nas lideranças. “Os jovens hoje não são nacionalistas, não ligam tanto à propriedade ou ao país, são mais globais, vivem na internet onde conhecem pessoas de todo o mundo e viajam mais, ou viajavam”. Daí que Minna admita que há nas gerações mais velhas, dominantes, “muito medo em abrir a porta a medidas próximas do UBI, porque não sabem como as gerações mais jovens iriam reagir nem o que o iria acontecer à nossa sociedade capitalista. Mais: o que aconteceria ao seu poder? O pensamento destes políticos é egoísta: o que aconteceria comigo?” Esse “grande conflito que se está a gerar” poderá ser resolvido “se os governantes ouvirem mais os jovens e viram o mundo pelos olhos deles”. Quando participa em conferências um pouco por todo o mundo, “os jovens perguntam-se como podem contribuir e fazer ver a sua visão, porque sabem que estão em inferioridade numérica face aos mais velhos e acham que não têm o poder de dizer o que pensam”. O que traz a pandemia? Uma oportunidade de mudança As novas gerações em situações privilegiadas trazem consigo “um desapego ao dinheiro” e focam-se noutros valores como “o tempo para viver que pode passar por trabalhar 3 ou 4 dias por semana, querem viajar e ter um propósito, uma missão, inclusive no trabalho que escolhem”, preferem “não ter carro nem carta para não poluir e gastar o dinheiro em viagens”. E “esta pandemia pode ajudar a dar-nos uma melhor perspetiva da vida”, talvez permitindo aos mais jovens “que já vivem no futuro mostrar aos outros que devem deixar o mundo mudar, mesmo que seja assustador”. No entanto, vivemos num planeta de sociedades muito divididas, porque há os outros jovens sem grande educação que são levados a ter como objetivo trabalhar por dinheiro numa fábrica - mesmo que vivam numa zona isolada, têm de se mudar -, entrar na média dos 2,5 filhos, ter carro, casa e cão. As mudanças possíveis associadas à pandemia “vão depender da educação de cada um, da idade, do sexo e da zona de residência, urbana ou não”, daí que seja provável que depois da turbulência “muitos voltem ao mesmo caminho e forma de viver, ao seu normal, sem pensar no que se passou”. Depois haverá outros que “acham que devemos mudar algo na forma como vivíamos antes, no consumo que tinham e como cuidam de si o que pode contribuir para mudanças globais”. Certo é que Minna acredita que em 20 ou 30 anos “vamos ver um grupo de jovens adultos que vão ver o mundo de forma diferente por causa desta pandemia que aconteceu numa altura crucial das suas vidas e isso vai moldá-los”, a especialista acredita, inclusive, que isso também os prepará melhor porque: “acho que haverá outras pandemias”. RBI é excitante, mas complicado O mundo parado desta forma “pode ajudar-nos a voltar ao que é mais básico e a ter uma nova perspetiva da humanidade e da cidadania social”, por isso olhar para o UBI “é excitante”. Mas a realidade é mais dura do que isso. E o que é ir à base social? “É perceber o que é as pessoas precisam verdadeiramente da sociedade atual e agir, ou seja, perceber que uma pessoa pode ser muita coisa ao mesmo tempo, não é só trabalhador, pode ser estudante ao mesmo tempo, ou trabalhar só em part time, tudo coisas com que o sistema atual não lida bem”. No entanto, as aparências face ao UBI podem ser enganadoras: “parece tão básico, soa a que tudo será mais simples dando dinheiro, mas o que vimos quando implementámos o conceito na Finlândia é que não é simples, mas complicado”. Ou seja, fazer o sistema mais simples é muito complicado, isto porque “implica mudar os sistemas atuais de forma radical e isso demora mais tempo e planeamento do que se possa pensar”. Por isso, Minna acha difícil que existisse só uma lei para todos, de rendimento universal e incondicional: “seria demasiado simples e as pessoas não são simples”. Mesmo para a reforma da segurança social finlandesa, “ainda não estamos preparados para mudanças radicais”. Ideias como a semana dos quatro dias de trabalho, que também percorreu o mundo das notícias, “mostram como a nossa primeira-ministra é muito corajosa e nos dá muito para pensar”, no entanto, não é fácil dizer que medidas são corretas”. Minna admite que é necessário mudar, “mas os efeitos de alterações grandes são desconhecidos e isso assusta as pessoas”. “Fazer mudanças a um sistema vigente no planeta traz um lado desconhecido que muito nunca experimentaram daí que seja necessário experimentar mais”. Certo é que aquilo a que assistimos hoje, com dinheiro a ser dado, é um gigante teste social mundial, aos sistemas de saúde, de segurança social, às famílias, aos casamentos, ao ensino. “Os investigadores não têm mãos a medir, há entusiasmo por haver muito para analisar numa altura em que tudo muda todos os dias”. E é certo que a tecnologia está a fazer a diferença e a chegar a cada vez mais pessoas, obrigando vários a entrarem no mundo digital e quebrar barreiras, incluindo idosos isolados em aldeias que já comunicam por Skype. Na conversa, a investigadora admite ter dificuldade em escolher o caminho a seguir num próximo trabalho de pesquisa sobre o coronavírus e os sistemas de segurança social, “porque está tudo a explodir e não sabemos os efeitos disto tudo”. No fim, a pandemia “pode ajudar a quebrar fronteiras” E qual a diferença para um idoso atual que passou por uma grande guerra ou um crise financeira intensa? “Essas crises intensificaram a forma patriótica de pensar, mas o coronavírus é um fenómeno global que atira todas as pessoas do mundo para as mesmas circunstâncias ao mesmo tempo - isolamento e as dificuldades que saem daí -, independentemente do contexto. “Quando alguém viajar nos próximos anos para qualquer lugar do planeta, pode ser discutir com os locais sobre o coronavírus e terá uma compreensão imediata”. Ou seja, mesmo que “nesta altura os países estejam a elevar as suas fronteiras”, no fim de contas, Minna acredita que “esta pandemia pode ajudar a quebrar ainda mais essas fronteiras”. ——-- Segurança social, onde predomina a lentidão nas mudanças Voltando ao sistema de segurança social finlandês, em plena reforma, Minna admite que não sabe para que lado vai “virar” e que no seu tempo de vida pode não ver “mudanças significativas”: “ninguém sabe o que vai acontecer e podemos mesmo ter o mesmo sistema complexo em 20 anos, que não é muito tempo para estas mudanças”. Foram feitas mudanças pequenas em 2017, mas houve problemas e “vão mudar algumas coisas”. Alterações maiores só dentro de sete ou oito anos, mas são discutidas agora”. “A tarefa é simplificar o sistema, torná-lo mais compreensível, abolir algumas ratoeiras e hoje temos muito conhecimento sobre os cidadãos que podemos usar inclusive para lhes atribuir ajuda sem eles o pedirem”. Os meus artigos mais recentes estão centralizados aqui:
Dinheiro Vivo - João Tomé e aqui: Insider - João Tomé é só espreitar. O ano chega ao fim e nós podemos contribuir com um verso. À falta de versos, este ano contou com o contar de algumas histórias que me deram algum gozo a escrever e conhecer. Umas mais especiais do que outras. Aqui ficam algumas delas. Espero que gostem.
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Falámos com a atriz Tara Reid a propósito da estreia, em agosto, no canal Syfy, do filme que junta comédia e terror "Sharknado 5", mas a conversa foi ter com nostalgia aos tempos de American Pie, onde foi uma das protagonistas. A sétima e penúltima temporada de A Guerra dos Tronos chega hoje ao fim (Syfy, 22h15), com o muito aguardado sétimo episódio. Oitenta minutos de aventura de dragões e rainhas poderosas. Como eram os sobreviventes da série na primeira temporada e onde estão agora?
28/08/2017 - Notícias Magazine Se há série de televisão que mata sem dó nem piedade qualquer vislumbre de protagonista ou personagem interessante é… A Guerra dos Tronos. Quem acompanha a série mais mediática da atualidade sabe que a personagem algo secundária de hoje é o protagonista de amanhã e isso deve-se às bases: primeiro ao autor da saga literáriaAs Crónicas de Gelo e Fogo, George R. R. Martin, depois aos criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, que continuaram a imaginar este mundo mesmo quando já não existiam livros publicados (aconteceu a partir da sexta temporada). (...) ARTIGO AQUI Gema Whelan (Yara Greyjoy) “Gostar de mulheres, porque não?” (Delas.pt) Defensora da sua destemida personagem, a atriz Gemma Whelan não tem palavras para agradecer a oportunidade de estar na série mais popular da atualidade. A Yara Greyjoy de Guerra dos Tronos sabe que vai ter saudades da série e da personagem, quando tudo terminar no próximo ano (pode ser em 2019), com a oitava temporada. Rory McCann (The Hound) e John Bradley (Sam Early):
O Cão de Caça que não é tão mau quanto pensa e a paixão de Sam pela Guerra dos Tronos (Expresso.pt) O nascer de uma rainha
conversa com Peter Morgan para a revista Sábado (suplemento cultural GPS); novembro 2016. A série The Crown, entretanto, ganhou um Globo de Ouro! É fascinado pela “mulher visível mais invisível do mundo” e, depois do filme A Rainha, Peter Morgan traz-nos o intenso início do reinado de Isabel II nos anos 1950 na principesca (em euros) série The Crown, que acaba de estrear no Netflix. O GPS falou com o guionista em Londres. O outro lado do aventureiro Entrevista ao alpinista João Garcia, revista Must (mensal, sai com o Negócios); Fevereiro 2017. A Must foi ao encontro do alpinista João Garcia e mostra-lhe a influência dos irmãos músicos, a liberdade com limites dada em casa e os primeiros passos do aventureiro que se tornou num MacGyver da montanha, não acredita em deus e alimenta um modo de vida livre mas com objectivos constantes. João Tomé Aos 49 anos e a poucos meses de fazer 50, o lisboeta João Garcia continua apaixonado pelo alpinismo e, embora já não faça os caros e mediáticos cumes de oito mil metros, estreia caminhos inéditos e mais difíceis nas maiores montanhas do mundo e diz-se livre. Depois do acidente mais grave, em 1999 – foi no Evereste que perdeu o amigo Pascal e também as pontas dos dedos e do nariz – cumpriu, 11 anos mais tarde (2010), o sonho: tornou-se no 10.º alpinista no mundo a conseguir a proeza de escalar as 14 montanhas com mais de 8000 metros sem o auxilio de oxigénio artificial. Hoje, continua a sentir a necessidade de voltar sempre à montanha – “sinto-me doente é se não voltar”. O peso da coroa aos 25
Para a revista Máxima; Dezembro 2016. Entretanto a série recebeu um Globo de Ouro. Chama-se The Crown, assim mesmo em inglês, e transporta-nos para os anos 1950, quando uma jovem Isabel se vê a braços com uma missão para a vida: o trono britânico. Falámos com os dois protagonistas e o criador da série de orçamento recorde e que a Netflix leva a 190 países. 'Queen calm and carry on'. Do povo ao 'premium'
Artigo escrito para a Must (revista mensal do Negócios); Janeiro 2017. Foram o primeiro carro de muitos, acessíveis, pequenos e verdadeiros carros do ‘povo’ do pós-II Grande Guerra, mas hoje são ‘retro’, maiores, mais caros e considerados ‘premium’. Falamos do Mini, VW Beetle e Fiat 500. Inovação que alimenta o intelecto
página de gadgets da revista Must; outubro 2016. Os gadgets valem cada vez mais pela que forma como tornam a nossa vida mais simples e menos pelas características técnicas em particular. Existem bons exemplos futurísticos recentes que facilitam a forma como nos cultivamos, recebemos informação e interagimos com ela e a Amazon continua em destaque neste domínio. “O design consiste em moldar a cultura” Entrevista Erwin Bouroullec; revista Must (do Negócios); outubro 2016. São irmãos, têm ganho prémios de design internacionais de design industrial e foram desafiados pela Samsung para desenhar um televisor, a que deram o nome de Serif TV. Os irmãos Bouroullec nasceram na Bretanha mas vivem e trabalham em Paris. A Must esteve à conversa com o irmão mais novo, Erwin (40 anos) sobre os desafios de ‘reinventar’ o televisor.
«Os miúdos suportam-me»
(entrevista feita para o programa de cinema da SIC Notícias, 35mm, em 2009 e também publicado no jornal Destak em dezembro de 2009)
Ao entrar numa sala de suite de hotel de Beverly Hills, toda decorada com projectores, câmaras e afins, ouvimos Sinatra na aparelhagem e uma voz característica a cantar Come Fly With Me. E do quarto para a sala surge Robin Williams, sorridente mas com ar cansado. Afinal, já tinha dado dezenas de entrevistas só no dia de hoje e a nossa era a última.
O motivo era o filme 2 Amas de Gravata mas, felizmente, a conversa breve foi além da comédia que estreia agora em Portugal, ou não fosse 'mr' Williams uma lenda do cinema. Antes da primeira pergunta já o incrível comediante e actor dominava a conversa e entrava no modo 'comédia de improviso', num estilo tão divertido para quem assiste como frenético e intenso. Robin Williams acaba por mostrar que é um homem de comédia e de muita melancolia. No fim de contas o 'Captain, My Captain' parece ser o retrato dos filmes tão díspares que já fez: Popeye e Clube dos Poetas Mortos, Bom Dia Vietnam e o Rei Pescador, Hook e Hamlet, Papá Para Sempre e Jack, Flubber e O Bom Rebelde. A tecnologia para o sapatinho Página de gadgets para a Must (revista mensal do Negócios); novembro 2016.
O Natal está à porta e quer seja um presente especial para si, para amigos ou familiares, aqui ficam algumas sugestões para trazer alegria tecnológica. Do regresso de uma consola dos anos 1980 da Nintendo, até à última novidade em câmaras digitais, passando pelo mais recente phablet topo de gama. O melhor da tecnologia da IFA, do frigorífico aos 'ouvidos' (reportagem em Berlim para o Destak e revista Must; Setembro 2016) O Destak marcou presença na maior feira de tecnologia de consumo da Europa, a IFA, em Berlim. Aqui ficam alguns destaques do presente e do futuro da Huawei (falámos com o responsável na Europa, Walter Ji), passando pela Samsung, LG, entre muitas outras.
«Amava voltar ao Benfica mas acho impossível»
(entrevista para o jornal Destak: novembro 2016) Realista e já com pouca esperança de voltar à Luz ou vencer um Mundial por Portugal, o mágico do futsal fala-nos da carreira, das lições e da sua nova Academia para ensinar os mais jovens. Tem 1m65 e um pé esquedo que lhe valeu a alcunha de Mágico. Aos 31 anos, Ricardinho já foi considerado o melhor do mundo do futsal em 2010, 2014 e 2015 – o seu rival nessa luta é também seu agora amigo, o brasileiro Falcão. Ao Destak fala de sonhos e da realidade. Berlim e a sua montra de brinquedos e 'ajudantes' humanos 2.0 (reportagem em Berlim para o jornal Destak. setembro 2015). É uma indústria que move milhões (de euros, de pessoas, de ideias, de possibilidades). Como se de uma loja de brinquedos se tratasse, a IFA - feira de tecnologia a pensar em bens de consumo de Berlim –, é a mais importante da Europa e traz novidades sob diversas formas, em produtos e apostas futuras. |
Autorprazeres da vida. tecnologia e comida. devaneios e divagações. bola e afins. trips, road trips e descobertas. by emot. Histórico
Agosto 2022
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